Dois ataques de tubarão ocorreram em pouco mais de 24 horas na Região Metropolitana do Recife, transformando a vida de dois jovens de maneira definitiva. Apesar da gravidade dos eventos, ambos conseguiram sobreviver, um desfecho considerado raro para esse tipo de acidente.
Marcela Vitória, de 19 anos, vítima do segundo ataque, concedeu uma entrevista exclusiva ao Fantástico, onde relatou os momentos que viveram após o ocorrido e como tem enfrentado o processo de recuperação.
O primeiro ataque atingiu João Lucas na praia de Piedade, no dia 31 de maio. Após deixar o hospital, ele foi homenageado pela equipe médica com uma celebração que refletiu o alívio e a esperança: “Você é uma vitória. É um milagre. E que bom que você vai para casa. Você vai ter toda a sua vida pela frente”, disse uma das médicas.
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Já Marcela foi atacada pouco mais de um dia depois, na Praia de Boa Viagem, por um tubarão-tigre de mais de três metros. Ela estava em uma área rasa do mar quando sentiu o contato na mão e, em seguida, a mordida na coxa. “Foi questão de segundos. Quando eu olhava para baixo, eu não conseguia ver”, contou.
Ao perceber a gravidade, especialmente pela quantidade de sangue, Marcela decidiu reagir e gritou por ajuda. Seu primo, Jonas André de Lima, ouviu os pedidos de socorro e, mesmo ciente do perigo, entrou no mar para resgatá-la. Um médico que passava pela praia conseguiu estancar a hemorragia antes da chegada do atendimento oficial.
Durante todo o resgate, Marcela permaneceu consciente e lembra do momento em que percebeu que havia perdido a perna. “Naquele momento eu senti o luto. Não o luto de uma pessoa, mas o luto de ter perdido um membro.” Ela ficou 40 dias internada, cinco deles na UTI, e passou por duas cirurgias.
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Sua mãe, Jacicleide Severina de Lima, acompanhou de perto toda a recuperação. Mãe solo, Jacicleide destacou que Marcela trabalhava como auxiliar de pizzaiolo para ajudar nas despesas da casa enquanto cursava Direito. Agora, a família enfrenta o desafio de custear a reabilitação, já que a jovem ainda não pode voltar ao trabalho.
Apesar das dificuldades, Marcela mantém seus sonhos e planos para o futuro intactos. Ela deseja se tornar juíza e vê o ocorrido como uma lição que a tornará mais forte. “Vamos viver, estudar, trabalhar e aproveitar tudo o que a vida oferece de bom. Vamos seguir em frente, sem olhar para trás”, afirmou.
]]>A Prefeitura do Recife, por meio do Gabinete de Inovação Urbana, iniciou no último sábado (6) o projeto “Pintando o Hexa”, que envolve moradores em um mutirão de pintura para embelezar as ruas de diversos bairros da cidade. A iniciativa acontece das 8h às 12h e contempla áreas como Rua Alameda das Hortênsias, Rua Ary Peter, Rua Santo Cosme e Damião no conjunto residencial Mariazinha, além da Rua Doutor Devaldo Borges. O objetivo é preservar a tradição local de decorar as vias durante a Copa do Mundo, estimulando a participação comunitária e a criatividade dos recifenses.
Para assegurar a segurança e a organização da pintura nas vias públicas, a Secretaria de Ordem Pública e Segurança orienta que as ações sigam a legislação municipal e as normas do ordenamento urbano. Moradores interessados devem solicitar autorização prévia na Secretaria Executiva de Controle Urbano (SECON), que pode ser feita presencialmente nas unidades regionais ou por e-mail no endereço [email protected]. A tinta utilizada precisa ser lavável e de fácil remoção, e as ruas escolhidas devem ter baixo fluxo de veículos e não possuir semáforos.
Essas regras são fundamentais para preservar a sinalização de trânsito e garantir a circulação segura tanto de pedestres quanto de veículos, conforme determina o artigo 4º da Lei Municipal nº 18.886/2021, conhecida como Lei da Publicidade.
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Entre as proibições estão a pintura sobre sinalizações de trânsito e mobiliário urbano, como placas, postes, bancos e lixeiras. Também não é permitida a decoração em avenidas, anéis viários ou vias de grande fluxo sem autorização da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU). Além disso, a pintura não pode ter caráter publicitário, promover marcas, captar clientes ou obter lucro, nem conter mensagens ofensivas, discriminatórias ou relacionadas a armas e drogas.
A Prefeitura do Recife alerta que o descumprimento dessas normas pode resultar em autuações conforme a Lei da Publicidade, buscando equilibrar a manifestação cultural com a segurança urbana.
As unidades regionais da Secretaria Executiva de Controle Urbano estão disponíveis para atendimento nos seguintes endereços: Unidade Regional Norte – Avenida Beberibe, nº 1020, Arruda; Unidade Regional Centro-Oeste – Rua Dr. José Higino, nº 77, Madalena; e Unidade Regional Sul – Avenida Senador Robert Kennedy, nº 350, IPSEP.
O mutirão “Pintando o Hexa” continuará nas próximas semanas, com previsão de encerramento em 19 de junho. Na data, será premiada a rua que apresentar a decoração mais criativa, reforçando o engajamento da população no clima da Copa do Mundo 2026 e valorizando a tradição cultural local.
]]>Neste sábado (06), a Prefeitura do Recife, por meio do Gabinete de Inovação Urbana, deu início ao projeto “Pintando o Hexa” com um mutirão de pintura em ruas de diferentes bairros da cidade. A ação ocorreu das 8h às 12h, distribuindo tintas e materiais em quatro áreas: Rua Alameda das Hortênsias, Rua Ary Peter, Rua Santo Cosme e Damião, no conjunto residencial Mariazinha, e Rua Doutor Devaldo Borges. A iniciativa tem como objetivo manter a tradição local de decorar as vias públicas durante a Copa do Mundo.
O mutirão seguirá nas semanas seguintes, com a culminância prevista para o dia 19 de junho, data na qual será escolhida e premiada a rua que apresentar a pintura e decoração mais criativas. Essa iniciativa reforça o engajamento comunitário e valoriza o embelezamento urbano em preparação para o evento esportivo internacional.
A Secretaria de Ordem Pública e Segurança esclarece que a pintura em ruas e espaços públicos durante a Copa do Mundo é permitida, desde que respeitadas as normas municipais e as orientações de ordenamento urbano. Os interessados devem solicitar autorização prévia junto à Secretaria Executiva de Controle Urbano (SECON), seja presencialmente ou pelo e-mail [email protected]. O uso de tinta lavável e de fácil remoção é obrigatório, com recomendação para priorizar vias locais de baixo fluxo e sem semáforos.
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Conforme o artigo 4º da Lei Municipal nº 18.886/2021, conhecida como Lei da Publicidade, a medida visa garantir a segurança no trânsito, prevenindo interferências na sinalização e assegurando a livre circulação de pedestres e veículos. É proibido pintar sobre sinalizações de trânsito, mobiliário urbano, ou realizar intervenções em avenidas e vias de grande fluxo sem a análise prévia da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU).
Além disso, é vedado o uso das pinturas para fins publicitários, promoção de marcas, captação de clientes ou obtenção de lucro, assim como a veiculação de conteúdos ofensivos, discriminatórios, ou relacionados a armas e drogas. O descumprimento dessas normas pode acarretar autuações conforme a legislação vigente.
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Os interessados em participar do projeto e realizar a decoração temática podem buscar atendimento nas unidades regionais da Prefeitura do Recife, localizadas em:
A Prefeitura do Recife, por meio do Gabinete de Inovação Urbana, deu início neste sábado (6) ao projeto “Pintando o Hexa”, que promove um mutirão de pintura em diversas ruas da cidade. A ação ocorreu das 8h às 12h, com a distribuição de tintas e materiais para pintura em quatro áreas: Rua Alameda das Hortênsias, Rua Ary Peter, Rua Santo Cosme e Damião no conjunto residencial Mariazinha, e Rua Doutor Devaldo Borges.
O objetivo da iniciativa é incentivar a continuidade da tradição de decorar as ruas durante a Copa do Mundo, valorizando a criatividade dos moradores e fortalecendo o espírito de celebração coletiva. O projeto terá sequência nas próximas semanas e culminará no dia 19 de junho, quando será realizada a escolha da rua que apresentar a decoração e pintura mais originais, com premiação para os vencedores.
Para quem deseja participar e decorar as ruas para a Copa, a Secretaria de Ordem Pública e Segurança destaca que a pintura no solo de ruas e espaços públicos é permitida, desde que obedecidas as normas da legislação municipal e orientações da ordenação urbana.
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Os interessados precisam solicitar autorização prévia junto à Secretaria Executiva de Controle Urbano (SECON), presencialmente na regional mais próxima ou pelo e-mail [email protected]. É obrigatório o uso de tinta lavável e de fácil remoção, além de priorizar vias locais com pouco fluxo de veículos e sem semáforos, garantindo a segurança viária e a livre circulação de pedestres e motoristas.
Segundo o artigo 4º da Lei Municipal nº 18.886/2021, conhecida como Lei da Publicidade, é proibido pintar sobre sinalizações de trânsito e mobiliário urbano, como placas, postes, bancos e lixeiras. Além disso, intervenções em avenidas, anéis viários e outras vias de grande fluxo dependem de análise prévia da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU).
Também não são permitidas pinturas com fins publicitários, promoção de marcas, captação de clientes ou obtenção de lucro. Conteúdos ofensivos, discriminatórios ou que façam referência a armas e drogas estão vetados. O descumprimento dessas regras pode acarretar autuações conforme previsto na Lei da Publicidade.
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Para facilitar o acesso à autorização, as unidades regionais do Recife estão localizadas nos seguintes endereços: Unidade Regional Norte na Avenida Beberibe, nº 1020, no bairro Arruda; Unidade Regional Centro-Oeste na Rua Dr. José Higino, nº 77, Madalena; e Unidade Regional Sul na Avenida Senador Robert Kennedy, nº 350, IPSEP.
O projeto “Pintando o Hexa” reforça o engajamento da população recifense em celebrar a próxima Copa do Mundo, unindo tradição, criatividade e respeito às normas urbanas para garantir ruas seguras e vibrantes durante o evento esportivo.
]]>Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, que terá início no dia 11 de junho, o Recife já vive o clima contagiante que envolve as cidades quando o maior evento do futebol mundial se aproxima. Apesar dos avanços tecnológicos, a capital pernambucana mantém uma tradição que atravessa décadas: as ruas são enfeitadas com as cores da bandeira do Brasil, criando um ambiente de confraternização e expectativa em torno da Seleção Brasileira.
Na Rua Lopes de Carvalho, no bairro da Madalena, essa prática acontece há mais de 30 anos. As irmãs Suely e Sheila Cohen, moradoras locais, relatam que tudo começou na Copa de 1990, quando reuniam familiares e amigos para acompanhar as partidas. Em 1994, Suely teve a iniciativa de pintar a bandeira do Brasil na rua para fortalecer a união dos vizinhos, ideia que rapidamente foi adotada pela comunidade.
“Tudo começou com encontros para assistir aos jogos com amigos e familiares na Copa de 1990, geralmente na minha casa. Em 1994, decidi pintar a bandeira para reunir amigos e seus filhos. A pintura contagiou a vizinhança, que passou a se engajar e querer participar. A iniciativa sempre esteve aberta a todos”, lembra Suely Cohen.
O tetracampeonato conquistado naquele ano consolidou a continuidade da tradição, que se intensificou em 2002, com mais um título do Brasil. Para as irmãs, independentemente do desempenho da seleção, a pintura da bandeira e de outros símbolos nacionais representa um momento de celebração e união.
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Essa tradição segue viva nas novas gerações. Clara Campos, nascida em 2000, cresceu participando das atividades ao lado da avó e da família. Ela destaca a importância de transmitir essa experiência para os mais jovens, levando seu irmão pequeno para manter acesa a chama da torcida.
Para o Mundial de 2026, os moradores organizaram uma grande pintura coletiva no domingo, 31 de maio. Sob a coordenação de Sheila Cohen, o evento contou com a tradicional feijoada e a colaboração dos vizinhos, que levaram petiscos e ajudaram a compor as obras nas ruas. Apesar da chuva pela manhã, o sol apareceu e permitiu criar imagens que vão além da bandeira, incluindo homenagens a Pelé, a camisa oficial da Copa e a figura do Zé Carioca.
“Este ano minha avó chegou a pensar em não pintar, mas como muitas pessoas perguntaram sobre a data, ela decidiu organizar novamente. Choveu bastante pela manhã, mas o sol apareceu e ficou o dia todo, possibilitando que fizéssemos artes lindas. Normalmente pintávamos só a bandeira, mas na última Copa incluímos a frase ‘Rumo ao Hexa 2022’. Agora, em 2026, reforçamos as pinturas anteriores e adicionamos o Zé Carioca, as estrelas do hexa, a camisa oficial da Copa e uma homenagem ao nosso querido Pelé”, explicou Clara Campos.
Apesar do pessimismo de alguns torcedores quanto às chances do Brasil conquistar o hexacampeonato, entre os moradores que mantêm essas tradições o sentimento é de otimismo e fé na equipe. Clara observa que, mesmo diante das críticas, a expectativa de superar desafios pode impulsionar o time.
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“Muita gente diz que este ano não vamos ganhar, que a seleção não está tão boa. Por outro lado, colegas acreditam que o Brasil vai vencer, pois na última conquista ninguém tinha esperança. Estamos na mesma situação agora, então vamos buscar quebrar as expectativas. Eu me mantenho confiante e com esperança de que o hexa vem”, afirmou.
No bairro de Areias, na Rua Camará, a tradição também é forte. Os moradores destacam a participação das crianças, que além de ajudar na pintura, se divertem com decorações temáticas, como uma amarelinha nas cores do Brasil. Juliane Lins, moradora local, reforça que a prática é fundamental para manter vivas as memórias e o entusiasmo nas novas gerações.
“É um sentimento de amor, amizade e união muito grande. Não é só um jogo, é manter vivas as memórias, principalmente para as crianças. Queremos que elas guardem na lembrança toda essa energia e o clima de Copa, de ver e torcer pelo Brasil”, destacou Juliane.
Mesmo diante das mudanças culturais e do jejum de títulos, que já iguala o maior período sem conquistas — 24 anos — o Brasil segue mobilizando suas torcidas por meio de tradições populares que vão além do campo. No Recife, essas manifestações ganham vida nas ruas, unindo moradores e reforçando o poder da Copa como festa nacional capaz de atravessar gerações e consolidar a identidade brasileira.
]]>Com a proximidade do Mundial de 2026, marcado para começar em 11 de junho, o Recife já sente o impacto contagiante da Copa do Mundo. As ruas da cidade ganham vida com decorações e pinturas que refletem o amor do brasileiro pelo futebol e a esperança de conquistar o hexacampeonato. Mesmo na era digital, essa tradição de vestir a cidade de verde e amarelo permanece forte, reunindo moradores e torcedores em momentos de confraternização e entusiasmo.
No bairro da Madalena, a Rua Lopes de Carvalho é um exemplo emblemático dessa tradição. Suely Cohen e Sheila Cohen, moradoras locais, contam que a prática de decorar a rua começou nos encontros da Copa de 1990, que geralmente aconteciam na casa de Suely. Em 1994, a ideia de pintar a bandeira do Brasil como forma de reunir amigos e familiares ganhou força e rapidamente contagiou os vizinhos, que passaram a participar ativamente.
“A pintura virou uma celebração aberta a todos. Em 1994, ano em que conquistamos a taça, a energia era contagiante. Mesmo nos anos em que não vencemos, como em 1998, continuamos com a tradição, acompanhada sempre de uma feijoada e muita animação”, relembra Suely. A continuidade dessa prática reforça o papel da Copa como momento de união e celebração entre os moradores.
A tradição ganhou ainda mais força com a participação das gerações mais jovens. Clara Campos, que nasceu em 2000, recorda como acompanhava a pintura da rua ao lado da avó e da família. Mesmo depois de se mudar, Clara e seu irmão pequeno continuam a participar das atividades, mantendo viva a experiência que marcou sua infância.
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Para a preparação da pintura deste ano, realizada no dia 31 de maio, a organização ficou a cargo de Sheila Cohen, que reúne os moradores para um dia de confraternização com feijoada e trabalhos artísticos. Apesar de um início de manhã chuvoso, o clima abriu para um sol que permitiu a finalização das pinturas, que este ano incluem a bandeira do Brasil, a frase “Rumo ao Hexa 2026”, um Zé Carioca, estrelas do hexa, a camisa oficial da Copa e uma homenagem a Pelé.
Apesar do otimismo nas ruas, a opinião pública se mostra dividida sobre as chances do Brasil conquistar o título. Clara Campos observa que muitos demonstram pessimismo, apontando que a seleção não está no seu melhor momento. Contudo, há também um grupo que acredita que o Brasil pode surpreender, assim como aconteceu na última conquista, quando a vitória parecia improvável.
“A descrença pode ser um combustível para a seleção superar as expectativas. Eu mantenho a esperança de que o hexacampeonato está ao nosso alcance”, afirma Clara, refletindo a dualidade de sentimentos que permeia a torcida brasileira.
No bairro de Areias, a Rua Camará também se destaca pelas decorações típicas da Copa, com crianças participando ativamente das pinturas e da criação de elementos como a pista da brincadeira Amarelinha com as cores do Brasil. Juliane Lins, moradora local, ressalta a importância de manter viva essa tradição para as novas gerações.
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“Mais do que um jogo, é uma oportunidade de fortalecer o amor, a amizade e a união. Queremos que as crianças guardem na memória toda a energia e o clima de Copa, torcendo e vibrando pelo Brasil”, destaca Juliane.
Mesmo diante de um período de 24 anos sem títulos, igualando o maior jejum da história da Seleção Brasileira, o Mundial continua a mobilizar as pessoas em todo o país. No Recife, as tradições se mantêm firmes, mostrando que a paixão pelo futebol transcende o esporte e se transforma em uma grande festa popular, capaz de unir comunidades em torno de um sonho comum.
À medida que 2026 se aproxima, o clima de Copa segue crescendo, pintando as ruas e fortalecendo laços que vão muito além do gramado, inspirando esperança e celebrando a cultura do futebol no Brasil.
]]>A Prefeitura do Recife, por meio do Gabinete de Inovação Urbana, deu início neste sábado (06) ao projeto “Pintando o Hexa”, uma grande ação de mutirão para pintura de ruas da cidade. A atividade ocorreu das 8h às 12h, com distribuição de tintas e materiais em quatro bairros: Rua Alameda das Hortênsias, Rua Ary Peter, Rua Santo Cosme e Damião no conjunto residencial Mariazinha, e Rua Doutor Devaldo Borges. A iniciativa tem como objetivo manter viva a tradição de decorar as ruas em época de Copa do Mundo, incentivando a participação popular e a criatividade.
O mutirão é apenas o começo de uma série de ações que acontecerão nas próximas semanas, com o ponto alto marcado para o dia 19 de junho, data em que será escolhida e premiada a rua que apresentar a decoração e pintura mais originais e impactantes. O evento envolve diversas regiões da cidade, promovendo integração comunitária e valorização cultural em prol do maior evento esportivo mundial.
Para quem deseja participar decorando a própria rua durante o período da Copa do Mundo, a Secretaria de Ordem Pública e Segurança esclarece que a pintura em espaços públicos é autorizada, desde que respeite as normas da legislação municipal e as diretrizes de ordenamento urbano. É necessário solicitar autorização prévia à Secretaria Executiva de Controle Urbano (SECON), seja presencialmente nas regionais ou pelo e-mail [email protected]. Além disso, a tinta utilizada deve ser lavável e de fácil remoção, e a preferência é para vias locais com baixo fluxo de veículos e sem semáforos, garantindo a segurança de todos.
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O município reforça que é proibido pintar sobre sinalizações de trânsito e mobiliário urbano como placas, postes, bancos e lixeiras, assim como fazer intervenções em avenidas, anéis viários e vias de grande fluxo sem aprovação da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU). Também não é permitido o uso das pinturas para fins comerciais, promoção de marcas ou divulgação de conteúdos ofensivos, discriminatórios, ou que façam referência a armas e drogas.
O descumprimento dessas regras pode resultar em autuações conforme a Lei Municipal nº 18.886/2021, conhecida como Lei da Publicidade, que visa preservar a segurança viária e garantir a livre circulação de pedestres e motoristas.
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Para facilitar o processo, a Prefeitura disponibiliza unidades regionais para atendimento dos interessados: Unidade Regional Norte (Av. Beberibe, nº 1020, Arruda), Unidade Regional Centro-Oeste (Rua Dr. José Higino, nº 77, Madalena) e Unidade Regional Sul (Av. Senador Robert Kennedy, nº 350, IPSEP). Essas unidades são responsáveis por receber os pedidos de autorização e orientar sobre as normas aplicáveis.
]]>Na tarde do último domingo (31), um menino de 11 anos foi vítima de um ataque de tubarão na Praia de Piedade, localizada em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife. O incidente ocorreu por volta das 13h40, quando a criança estava no mar e foi mordida no quadril e na mão esquerda. O ataque reacende a preocupação sobre os riscos de banho em áreas com histórico de incidentes envolvendo tubarões no litoral pernambucano.
O socorro foi rápido: guarda-vidas e o Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco atenderam o garoto ainda na faixa de areia, prestando os primeiros cuidados emergenciais. Em seguida, ele foi levado ao Hospital da Aeronáutica, em Piedade, para estabilização inicial.
Logo após o atendimento inicial, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizou a transferência da criança para o Hospital da Restauração, que é a principal unidade de trauma do estado. Segundo o hospital, o menino chegou em estado estável, mas foi encaminhado diretamente ao centro cirúrgico para procedimentos necessários relacionados aos ferimentos.
Até a última atualização, ele permanecia sob acompanhamento de uma equipe multiprofissional, que monitora seu quadro clínico com atenção e cuidado, garantindo a melhor recuperação possível.
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O Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit) informou que ainda não foi identificada a espécie responsável pelo ataque. Especialistas destacam que as condições do mar naquele dia podem ter contribuído para a aproximação do tubarão à faixa rasa, onde a criança nadava.
Entre os fatores observados estavam a água turva, maré alta, ondas fortes e a ausência de barreiras naturais, como recifes, no local. A baixa visibilidade pode ter levado o animal a confundir o menino com uma presa natural, aumentando o risco do ataque.
A Praia de Piedade é uma área conhecida por seu histórico de ataques de tubarão. Desde 1999, um decreto estadual proíbe o banho em determinados pontos da região devido à alta incidência desses incidentes. Placas de sinalização alertam banhistas sobre os riscos, mas os acidentes continuam a ocorrer.
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Desde o início do monitoramento oficial, em 1992, a Praia de Piedade já registrou 24 incidentes, igualando-se à Praia de Boa Viagem como as mais afetadas em Pernambuco. Com o ataque recente, o estado contabiliza 83 casos oficialmente documentados.
Este foi o terceiro ataque registrado em Pernambuco neste ano. Entre os casos recentes, destaca-se o incidente com a advogada Tayane Dalazen, que sofreu ferimentos leves durante um mergulho em Fernando de Noronha, e a morte do adolescente Deivson Rocha Dantas, de 13 anos, após um ataque na Praia Del Chifre.
As autoridades reforçam a importância de respeitar as sinalizações e evitar o banho em áreas proibidas ou desaconselhadas, buscando garantir a segurança dos banhistas e reduzir o número de incidentes no litoral pernambucano.
]]>O menino João Lucas Castor Nemesio Sales, de apenas 11 anos, teve seu estado de saúde divulgado após ser atacado por um tubarão-cabeça-chata na praia da Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana de Recife, Pernambuco. O incidente ocorreu na tarde do domingo, 31 de março, e o garoto foi imediatamente internado no Hospital da Restauração (HR), em Recife.
Na segunda-feira, 1º de abril, o diretor-geral do HR, médico cirurgião Petrus Andrade Lima, concedeu uma coletiva explicando o quadro clínico de João Lucas. O médico confirmou que, devido à gravidade da lesão causada pelo ataque, foi necessária a amputação da perna esquerda. “Na cirurgia, infelizmente, houve a amputação do membro inferior porque a lesão não permitia a recuperação do membro. Também está sendo tratado a fratura na mão esquerda”, detalhou Petrus Andrade.
O médico ressaltou que o menino permanece em estado grave, porém estável, e que a fase mais crítica já foi superada. “Ele está grave, porém estável. Já saiu do período mais grave, que foi a hemorragia, e permanece entubado, em ventilação mecânica. Ainda precisará de bastante tempo para concluir o tratamento”, afirmou o diretor-geral do HR. João Lucas segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Restauração.
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Em apoio ao menino, familiares, amigos e a comunidade escolar do Colégio CMI, onde João Lucas estuda, organizaram uma campanha de doação de sangue. A instituição compartilhou a iniciativa pedindo ajuda: “Corrente do Bem pela vida. Nosso querido estudante João Lucas, do 6° ano tarde, está internado e precisa de doações de sangue. Não pode doar? Compartilhe este post. Sua ajuda chegará longe”.
A praia da Piedade, local do ataque, é conhecida como a mais perigosa do Brasil em relação a incidentes com tubarões, devido ao histórico de ocorrências na área. Na mesma segunda-feira, 1º de abril, outra pessoa foi vítima de ataque de tubarão em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. A jovem Marcela Vitória de Lima Santos, de 19 anos, também está internada no Hospital da Restauração em estado grave.
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