amistoso Brasil Egito – Direto do Recife https://diretodorecife.com.br Informação ágil e de credibilidade para os pernambucanos. O seu portal de notícias diário com a essência, a cultura e a força do Recife. Thu, 25 Jun 2026 07:33:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.5 https://diretodorecife.com.br/wp-content/uploads/2026/06/direto-do-recife-favicon-150x150.png amistoso Brasil Egito – Direto do Recife https://diretodorecife.com.br 32 32 Brasil confirma liderança no Grupo C com vitória de 3 a 0 sobre Escócia na Copa do Mundo 2026 https://diretodorecife.com.br/brasil-lidera-grupo-c-vitoria-3-0-escocia-copa-do-mundo-2026/ https://diretodorecife.com.br/brasil-lidera-grupo-c-vitoria-3-0-escocia-copa-do-mundo-2026/#respond Thu, 25 Jun 2026 07:33:42 +0000 https://diretodorecife.com.br/brasil-lidera-grupo-c-vitoria-3-0-escocia-copa-do-mundo-2026/ Brasil domina e garante classificação antecipada na Copa do Mundo 2026

Na noite desta quarta-feira (24), no Estádio de Miami, nos Estados Unidos, o Brasil confirmou sua força na Copa do Mundo de 2026 ao vencer a Escócia por 3 a 0, em partida válida pela terceira rodada da fase de grupos. Com o resultado, a seleção brasileira assegurou a liderança do Grupo C e garantiu sua vaga na próxima etapa da competição.

Vini Jr. foi o destaque do jogo, marcando duas vezes ainda no primeiro tempo. Matheus Cunha fechou o placar na etapa final, consolidando a tranquila vitória da equipe comandada por Carlo Ancelotti. O Brasil terminou a fase de grupos com sete pontos, empatado com Marrocos, que venceu o Haiti por 4 a 2 na mesma rodada. Apesar da igualdade na pontuação, a seleção verde e amarela levou vantagem no saldo de gols, com 6 contra 3 dos marroquinos. A Escócia, com três pontos, ainda tem chances de avançar entre os terceiros colocados, enquanto o Haiti foi eliminado sem somar pontos.

Detalhes da partida: controle total do Brasil

Desde os primeiros minutos, o Brasil assumiu o controle do jogo, dominando a posse de bola e impondo forte pressão sobre a defesa escocesa. Logo aos sete minutos, um erro de McKenna dentro da área permitiu que Rayan roubasse a bola, que sobrou para Vini Jr. driblar o goleiro Gunn e abrir o placar para a seleção.

Mesmo com a vantagem, o time brasileiro manteve o ritmo. Vini Jr. continuou criando chances, inclusive com um gol anulado após revisão do VAR por falta no defensor escocês. A equipe buscava resolver o confronto com jogadas individuais e tentou finalizar de fora da área, com chutes de Rayan e Matheus Cunha, que não acertaram o gol.

Aos 48 minutos do primeiro tempo, a pressão brasileira foi recompensada novamente. Bruno Guimarães, após aproveitar uma sobra na entrada da área, lançou Vini Jr. no segundo poste, que concluiu de cabeça para o gol, ampliando o placar. No último lance da etapa inicial, Rayan quase marcou o terceiro, mas o goleiro escocês fez uma defesa difícil.

Segundo tempo e controle da partida

Na etapa final, a Escócia tentou reagir com mudanças, mas o Brasil seguia confortável no jogo. Aos 15 minutos, Casemiro fez um lançamento preciso para Bruno Guimarães, que limpou a marcação e deixou Matheus Cunha livre para finalizar e marcar o terceiro gol brasileiro.

O goleiro Alisson se destacou em defesas importantes, especialmente em cabeçadas perigosas de McTominay. Com a vantagem no placar, Ancelotti promoveu substituições estratégicas, incluindo a entrada de Fabinho no lugar de Casemiro e Martinelli substituindo Lucas Paquetá.

Um dos momentos mais aguardados foi a entrada de Neymar Jr., que retornou após dois anos e nove meses fora da seleção devido a lesão na panturrilha. O camisa 10 foi ovacionado por mais de 60 mil torcedores no estádio, mostrando sua importância para o time.

Nos minutos finais, Alex Sandro e Endrick também entraram em campo, fazendo suas estreias na Copa do Mundo e reforçando o elenco para as etapas seguintes.

Próximo compromisso e expectativa no torneio

Com a liderança assegurada, o Brasil volta a campo na segunda-feira (29), às 14h, para enfrentar o segundo colocado do Grupo F, que será definido nesta quinta-feira (25) com os confrontos envolvendo Holanda, Japão e Suécia. A partida marcará o início da fase eliminatória para a seleção brasileira, que busca avançar na competição com o mesmo desempenho sólido demonstrado na fase de grupos.

]]>
https://diretodorecife.com.br/brasil-lidera-grupo-c-vitoria-3-0-escocia-copa-do-mundo-2026/feed/ 0
Histórico do Brasil contra seleções europeias em Copas do Mundo: 77 jogos e 44 vitórias https://diretodorecife.com.br/brasil-contra-selecoes-europeias-historico-copa-mundo-2/ https://diretodorecife.com.br/brasil-contra-selecoes-europeias-historico-copa-mundo-2/#respond Thu, 25 Jun 2026 07:10:10 +0000 https://diretodorecife.com.br/brasil-contra-selecoes-europeias-historico-copa-mundo-2/ Brasil e Escócia duelam pela liderança do Grupo C na Copa de 2026

Na noite desta quarta-feira, 24 de junho, às 19h, Brasil e Escócia se enfrentam pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá. O confronto tem peso decisivo para a classificação e definição do primeiro lugar da chave. Será o 77º jogo da Seleção Brasileira contra seleções europeias na história das Copas do Mundo. Até aqui, o Brasil soma 44 vitórias, 16 empates e 16 derrotas, com aproveitamento de 64,9%. São 138 gols marcados e 85 sofridos neste retrospecto, com Pelé como maior artilheiro brasileiro nesses encontros.

Retrospecto do Brasil contra a Escócia nas Copas

Entre os 76 jogos disputados contra europeus, quatro foram contra a Escócia, com a seleção brasileira ainda invicta diante dos escoceses. O primeiro confronto ocorreu em 1974, na Alemanha, com empate sem gols. Em 1982, na Espanha, o Brasil venceu por 4 a 1, com gols de Zico, Oscar, Éder e Falcão. O terceiro encontro foi na Itália, em 1990, quando Muller marcou o gol solitário da vitória brasileira. Já em 1998, na França, Cafu e Boyd (contra) garantiram o triunfo por 2 a 1.

Primeiras vitórias e desafios contra europeus nas Copas

O Brasil sofreu derrotas para Iugoslávia e Espanha nas Copas de 1930 e 1934, mas conquistou sua primeira vitória contra europeus na Copa de 1938, na França, ao vencer a Polônia por 6 a 5. Na mesma edição, o Brasil ainda superou Tchecoslováquia e Suécia, alcançando o terceiro lugar, sua primeira grande campanha em Mundiais. A invencibilidade contra europeus durou seis jogos, incluindo goleadas sobre Espanha e Suécia em 1950, até a derrota para a Hungria em 1954, na chamada ‘Batalha de Berna’.

Conquista do primeiro título e sequência de vitórias na Europa

Para levantar a primeira taça, o Brasil teve que superar adversários europeus na Copa da Suécia, em 1958. Sob comando de Vicente Feola, a seleção enfrentou seis europeus, vencendo a Áustria, empatando com a Inglaterra e emendando quatro vitórias contra União Soviética, País de Gales, França e Suécia, culminando no título mundial. O bicampeonato, em 1962, no Chile, contou com vitórias contra Espanha, Inglaterra e Tchecoslováquia — esta última na final, decidida após empate sem gols.

Fases difíceis e retomada do sucesso contra europeus

Após dez jogos invictos contra europeus, a vitória sobre a Bulgária na Copa de 1966 estendeu essa série para 11 partidas, mas o Brasil sofreu derrotas para Hungria e Portugal, sendo eliminado precocemente. O tricampeonato, alcançado na Copa do México, em 1970, contou com vitórias sobre Tchecoslováquia, Inglaterra e Romênia na primeira fase, e triunfo por 4 a 1 contra a Itália na decisão, garantindo o título inédito para o Brasil.

Derrotas marcantes e maior sequência invicta contra europeus

As derrotas para Holanda em 1974 e Itália em 1982 foram momentos difíceis para o Brasil, frustrando expectativas de título. A maior sequência de invencibilidade contra europeus em Copas ocorreu entre 1986 e 1998, com 12 jogos sem derrota. Durante esse período, o Brasil venceu Espanha, Irlanda do Norte, Polônia, Suécia, Escócia e Rússia, entre outros, e foi eliminado em jogos decisivos, como pelas mãos da França em 1986 e da Argentina em 1990. A sequência foi interrompida em 1998 ao perder para a Noruega na fase de grupos, antes da derrota na final para a França.

O pentacampeonato e desafios recentes contra seleções europeias

No caminho para o pentacampeonato, em 2002, o Brasil enfrentou e venceu cinco times europeus: Turquia (duas vezes), Bélgica, Inglaterra e Alemanha na final. Desde então, o desempenho diante de seleções europeias tem sido mais irregular, com 13 jogos disputados, 5 vitórias — todas na fase de grupos —, 5 derrotas em mata-mata e 3 empates. A eliminação mais recente ocorreu na Copa do Catar, em 2022, quando o Brasil foi eliminado pela Croácia nos pênaltis. A última vitória contra europeus foi sobre a Suíça, com gol de Casemiro, ainda na fase de grupos daquela edição.

Artilharia histórica contra seleções europeias

Pelé é o maior goleador do Brasil contra seleções europeias em Copas do Mundo, com 11 gols em 77 jogos. Ele marcou seis gols na Copa de 1958 e cinco na Copa de 1970. Leônidas da Silva aparece em segundo lugar com oito gols, seguido por Ademir de Menezes e Vavá, que marcaram sete gols cada. Esses números ressaltam a importância dos grandes nomes na história da seleção brasileira diante dos adversários do Velho Continente.

]]>
https://diretodorecife.com.br/brasil-contra-selecoes-europeias-historico-copa-mundo-2/feed/ 0
Histórico do Brasil contra seleções europeias em Copas do Mundo: 77 jogos e 44 vitórias https://diretodorecife.com.br/brasil-contra-selecoes-europeias-historico-copa-mundo/ https://diretodorecife.com.br/brasil-contra-selecoes-europeias-historico-copa-mundo/#respond Thu, 25 Jun 2026 07:10:09 +0000 https://diretodorecife.com.br/brasil-contra-selecoes-europeias-historico-copa-mundo/ Brasil e Escócia duelam pela liderança do Grupo C na Copa de 2026

Na noite desta quarta-feira, 24 de junho, às 19h, Brasil e Escócia se enfrentam pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá. O confronto tem peso decisivo para a classificação e definição do primeiro lugar da chave. Será o 77º jogo da Seleção Brasileira contra seleções europeias na história das Copas do Mundo. Até aqui, o Brasil soma 44 vitórias, 16 empates e 16 derrotas, com aproveitamento de 64,9%. São 138 gols marcados e 85 sofridos neste retrospecto, com Pelé como maior artilheiro brasileiro nesses encontros.

Retrospecto do Brasil contra a Escócia nas Copas

Entre os 76 jogos disputados contra europeus, quatro foram contra a Escócia, com a seleção brasileira ainda invicta diante dos escoceses. O primeiro confronto ocorreu em 1974, na Alemanha, com empate sem gols. Em 1982, na Espanha, o Brasil venceu por 4 a 1, com gols de Zico, Oscar, Éder e Falcão. O terceiro encontro foi na Itália, em 1990, quando Muller marcou o gol solitário da vitória brasileira. Já em 1998, na França, Cafu e Boyd (contra) garantiram o triunfo por 2 a 1.

Primeiras vitórias e desafios contra europeus nas Copas

O Brasil sofreu derrotas para Iugoslávia e Espanha nas Copas de 1930 e 1934, mas conquistou sua primeira vitória contra europeus na Copa de 1938, na França, ao vencer a Polônia por 6 a 5. Na mesma edição, o Brasil ainda superou Tchecoslováquia e Suécia, alcançando o terceiro lugar, sua primeira grande campanha em Mundiais. A invencibilidade contra europeus durou seis jogos, incluindo goleadas sobre Espanha e Suécia em 1950, até a derrota para a Hungria em 1954, na chamada ‘Batalha de Berna’.

Conquista do primeiro título e sequência de vitórias na Europa

Para levantar a primeira taça, o Brasil teve que superar adversários europeus na Copa da Suécia, em 1958. Sob comando de Vicente Feola, a seleção enfrentou seis europeus, vencendo a Áustria, empatando com a Inglaterra e emendando quatro vitórias contra União Soviética, País de Gales, França e Suécia, culminando no título mundial. O bicampeonato, em 1962, no Chile, contou com vitórias contra Espanha, Inglaterra e Tchecoslováquia — esta última na final, decidida após empate sem gols.

Fases difíceis e retomada do sucesso contra europeus

Após dez jogos invictos contra europeus, a vitória sobre a Bulgária na Copa de 1966 estendeu essa série para 11 partidas, mas o Brasil sofreu derrotas para Hungria e Portugal, sendo eliminado precocemente. O tricampeonato, alcançado na Copa do México, em 1970, contou com vitórias sobre Tchecoslováquia, Inglaterra e Romênia na primeira fase, e triunfo por 4 a 1 contra a Itália na decisão, garantindo o título inédito para o Brasil.

Derrotas marcantes e maior sequência invicta contra europeus

As derrotas para Holanda em 1974 e Itália em 1982 foram momentos difíceis para o Brasil, frustrando expectativas de título. A maior sequência de invencibilidade contra europeus em Copas ocorreu entre 1986 e 1998, com 12 jogos sem derrota. Durante esse período, o Brasil venceu Espanha, Irlanda do Norte, Polônia, Suécia, Escócia e Rússia, entre outros, e foi eliminado em jogos decisivos, como pelas mãos da França em 1986 e da Argentina em 1990. A sequência foi interrompida em 1998 ao perder para a Noruega na fase de grupos, antes da derrota na final para a França.

O pentacampeonato e desafios recentes contra seleções europeias

No caminho para o pentacampeonato, em 2002, o Brasil enfrentou e venceu cinco times europeus: Turquia (duas vezes), Bélgica, Inglaterra e Alemanha na final. Desde então, o desempenho diante de seleções europeias tem sido mais irregular, com 13 jogos disputados, 5 vitórias — todas na fase de grupos —, 5 derrotas em mata-mata e 3 empates. A eliminação mais recente ocorreu na Copa do Catar, em 2022, quando o Brasil foi eliminado pela Croácia nos pênaltis. A última vitória contra europeus foi sobre a Suíça, com gol de Casemiro, ainda na fase de grupos daquela edição.

Artilharia histórica contra seleções europeias

Pelé é o maior goleador do Brasil contra seleções europeias em Copas do Mundo, com 11 gols em 77 jogos. Ele marcou seis gols na Copa de 1958 e cinco na Copa de 1970. Leônidas da Silva aparece em segundo lugar com oito gols, seguido por Ademir de Menezes e Vavá, que marcaram sete gols cada. Esses números ressaltam a importância dos grandes nomes na história da seleção brasileira diante dos adversários do Velho Continente.

]]>
https://diretodorecife.com.br/brasil-contra-selecoes-europeias-historico-copa-mundo/feed/ 0
Undav lidera transformação da Alemanha com poder ofensivo renovado em amistoso https://diretodorecife.com.br/undav-impulsiona-alemanha-amistoso-costa-do-marfim/ https://diretodorecife.com.br/undav-impulsiona-alemanha-amistoso-costa-do-marfim/#respond Sat, 20 Jun 2026 22:27:53 +0000 https://diretodorecife.com.br/undav-impulsiona-alemanha-amistoso-costa-do-marfim/ Alterações táticas e domínio alemão no primeiro tempo

O amistoso entre Alemanha e Costa do Marfim em Toronto teve um início marcado pelo domínio dos marfinenses, que abriram o placar pouco depois da metade do primeiro tempo. A equipe africana manteve o controle até as substituições promovidas por Julian Nagelsmann no começo da segunda etapa, momento em que os alemães começaram a apresentar maior presença ofensiva. A entrada de Lukas Undav mostrou-se decisiva para essa mudança, trazendo mais presença na área e faro de gol, elementos que faltaram para a Alemanha ampliar o placar antes mesmo do empate.

Do lado da Costa do Marfim, o técnico Emerse Faé promoveu alterações no esquema tático, mudando do 4-4-2 para o 4-3-3. Sangaré e Oulai entraram no meio-campo, enquanto Seko Fofana foi para o banco. No ataque, Diallo e Bonny acompanharam Diomandé, enquanto Pépé, Elye Wahi e Touré ficaram na reserva. Na defesa, Singo saiu da zaga para a lateral-direita, com Koussounou reforçando o miolo de zaga e Guela Doué sendo barrado.

Desempenho individual e estratégias ofensivas

A Alemanha não demorou a buscar o controle da partida. Logo nos primeiros segundos, Havertz teve uma finalização que mostrou a intenção da equipe europeia de pressionar a Costa do Marfim. Embora não tenha conseguido roubar bolas nas tentativas de pressão em bloco médio ou alto, os alemães se impuseram com a posse de bola, aproveitando a atuação abaixo do esperado de Yan Diomandé. O jovem ponta marfinense não conseguiu pressionar Kimmich adequadamente na saída de bola, e sua participação ofensiva foi limitada por erros técnicos.

Com Kimmich alinhado a Tah e Schlotterbeck na saída de três, Brown avançava como meia por dentro, criando superioridade numérica sobre o meio-campo africano, ao lado de Musiala, Pavlovic e Nmecha. Diallo buscava pressionar Schlotterbeck, mas a construção alemã foi ágil, permitindo passes precisos que colocaram os atacantes em boas condições. Sané e Wirtz atuaram mais abertos, ampliando as opções ofensivas na etapa inicial.

Reação da Costa do Marfim e o gol de Diomandé

O Senegal tentou organizar ataques pelas laterais, girando a bola rapidamente, mas com pouca efetividade ofensiva. Apenas nos contra-ataques, como numa jogada que quase resultou em gol de Singo, conseguiram criar perigo. A parada para hidratação foi um ponto de virada para os marfinenses: Diomandé trocou as chuteiras e voltou mais ativo. Em seu primeiro lance após o intervalo, recebeu pela esquerda, driblou Kimmich e cruzou rasteiro; Brown falhou no corte, e Kessié aproveitou o rebote para marcar. Essa foi a principal tentativa ofensiva dos Elefantes, que passaram a defender mais recuados, dificultando a construção alemã.

Pressão alemã e mudanças decisivas no segundo tempo

A insistência alemã por ataques pelo meio fez com que a equipe europeia perdesse produtividade ofensiva, especialmente com a forte marcação dos marfinenses. O risco de sofrer o segundo gol veio em um contra-ataque finalizado por Bonny. Apenas nos minutos finais do primeiro tempo a Alemanha voltou a criar chances claras, mas sem sucesso nas finalizações de Wirtz. A substituição de Schlotterbeck, lesionado, por Rudiger trouxe mais segurança defensiva.

No início do segundo tempo, a Alemanha manteve o controle da posse e criou boas oportunidades, mas esbarrou na proteção da área marfinense. A Costa do Marfim pressionou mais alto, forçando erros alemães e ampliando suas opções ofensivas, com Diallo participando ativamente de jogadas com Kessié e Oulai. Antes dos 15 minutos, Nagelsmann promoveu três alterações importantes: Undav, Leweling e Amiri entraram nos lugares de Musiala, Sané e Pavlovic, respectivamente.

Undav transforma ofensiva alemã e garante empate

Com essas mudanças, Havertz ganhou liberdade para circular, enquanto Undav ficou fixo entre os zagueiros adversários, ganhando presença física para duelar com Koussounou e Agbadou. A Alemanha voltou a envolver a Costa do Marfim e criou novas oportunidades, incluindo as incursões de Brown por dentro. A jogada central foi de Undav, que recebeu no pivô, abriu para Amiri na meia-direita e finalizou com um cruzamento preciso, resultando no gol de empate.

Do lado africano, Faé fez ajustes após a parada para hidratação, substituindo Sangaré, Diallo e Bonny por Adingra, Seko Fofana e Guessand. O técnico também perdeu Singo por lesão, que foi substituído por Guela Doué. Diomandé, que teve atuação irregular, foi deslocado para a ponta-direita e substituído por Pépé nos minutos finais. Nagelsmann ainda promoveu nova mudança, tirando Havertz para a entrada de Goretzka, com Amiri avançando como meia mais ofensivo. Apesar disso, a Costa do Marfim desperdiçou contragolpes promissores, como um lance em que Adingra tentou dominar ao invés de finalizar rapidamente, sendo desarmado.

Perspectivas e próximos desafios

O amistoso evidenciou a necessidade de ajustes ofensivos para a Alemanha, especialmente em transições rápidas e presença na área, que Undav passou a fornecer. Para a Costa do Marfim, o desafio é manter a solidez defensiva e aprimorar a efetividade ofensiva, aproveitando as trocas táticas e o potencial individual de jogadores como Diomandé e Pépé. O confronto em Toronto serviu como laboratório para ambos os técnicos, que agora devem trabalhar para preparar suas equipes para os próximos compromissos internacionais.

]]>
https://diretodorecife.com.br/undav-impulsiona-alemanha-amistoso-costa-do-marfim/feed/ 0
Brasil x Haiti: Dados e Desafios na Segunda Rodada da Copa do Mundo 2024 https://diretodorecife.com.br/brasil-x-haiti-copa-do-mundo-2024-historico-expectativas/ https://diretodorecife.com.br/brasil-x-haiti-copa-do-mundo-2024-historico-expectativas/#respond Fri, 19 Jun 2026 15:42:15 +0000 https://diretodorecife.com.br/brasil-x-haiti-copa-do-mundo-2024-historico-expectativas/ Brasil busca primeira vitória contra o Haiti na Copa dos Estados Unidos, Canadá e México

Na segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, o Brasil entra em campo contra o Haiti com a missão de garantir a primeira vitória na competição. Além disso, a Seleção tenta manter um histórico impressionante: nunca ter sido derrotada por uma seleção da Concacaf em Copas do Mundo. Ao longo de nove confrontos, o Brasil soma oito vitórias e um empate contra seleções dessa confederação.

O duelo está marcado para sexta-feira, 19 de junho, às 21h30, no estádio Lincoln Financial Field, na Philadelphia. Na estreia, o Brasil empatou em 1 a 1 com o Marrocos, enquanto o Haiti, estreante em Copas do Mundo, foi derrotado por 1 a 0 diante da Escócia.

Histórico do Brasil contra seleções da Concacaf nas Copas do Mundo

Única seleção a participar de todas as edições da Copa do Mundo, o Brasil enfrentou equipes de todos os continentes. Contra países da Concacaf, já disputou nove partidas contra Estados Unidos, Costa Rica e México, com aproveitamento de 92%. Foram oito vitórias, um empate, 22 gols marcados e apenas dois sofridos. Nomes como Ademir, Baltazar, Pinga, Ronaldo e Neymar são os maiores artilheiros brasileiros nessas partidas, cada um com dois gols.

O México é o adversário mais frequente da Concacaf para o Brasil, com cinco confrontos em Copas do Mundo. O Brasil venceu quatro vezes e empatou uma, sem sofrer gols dos mexicanos. Curiosamente, dois desses jogos aconteceram em solo brasileiro: no Maracanã em 1950 e no Castelão, em Fortaleza, em 2014.

Contra a Costa Rica, o Brasil sofreu seu único gol marcado por uma seleção da Concacaf em Copas. Em 1990, venceu por 1 a 0 com gol de Muller, enquanto em 2018 ampliou a vantagem para 5 a 2, com gols de Philippe Coutinho e Neymar no segundo tempo.

Confronto histórico com os Estados Unidos e trajetória do Haiti na competição

O único encontro entre Brasil e Estados Unidos ocorreu nas oitavas de final da Copa do Mundo de 1994, disputada nos EUA. A partida aconteceu em 4 de julho, data emblemática para os americanos, Dia da Independência. Mesmo com um jogador a menos após a expulsão de Leonardo, o Brasil venceu com gol de Bebeto, assistido por Romário, aos 27 minutos do segundo tempo.

O Haiti, estreante em Copas, chegou após uma campanha sólida nas Eliminatórias da Concacaf, liderando seu grupo contra Nicarágua, Costa Rica e Honduras com 11 pontos em seis jogos. Países-sede como Canadá, Estados Unidos e México ficaram de fora dessa fase.

Entre os jogadores haitianos, destaque para o volante Danley Jean-Jacques, que atuou na Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2017 pelo Pérolas Negras, equipe carioca. O Haiti venceu o time anfitrião por 2 a 0, mas foi derrotado pelo Goiás e Cori-Sabbá, do Piauí, respectivamente. Outros nomes que passaram pela Copinha incluem Éderson, Bruno Guimarães, Vinicius Jr, Matheus Cunha e Éder Militão, este último presente na seleção brasileira na Copa do Mundo de 2022.

]]>
https://diretodorecife.com.br/brasil-x-haiti-copa-do-mundo-2024-historico-expectativas/feed/ 0
Endrick marca o segundo gol do Brasil contra o Egito em amistoso nos EUA https://diretodorecife.com.br/endrick-marca-segundo-gol-brasil-egito-amistoso-2024/ https://diretodorecife.com.br/endrick-marca-segundo-gol-brasil-egito-amistoso-2024/#respond Sun, 07 Jun 2026 10:56:26 +0000 https://diretodorecife.com.br/2026/06/07/endrick-marca-segundo-gol-brasil-egito-amistoso-2024/ Endrick garante a vantagem brasileira no amistoso contra o Egito

A seleção brasileira retomou a liderança no placar do amistoso contra o Egito neste sábado (6), aos 6 minutos da segunda etapa, com um gol marcante do atacante Endrick. O jogo, realizado no estádio Huntington Bank Field, em Cleveland, Ohio (EUA), teve momentos intensos desde o início, com o Brasil abrindo o marcador ainda no primeiro tempo.

Após a pressão inicial, Bruno Guimarães protagonizou a jogada que resultou no primeiro gol. Ele pressionou a saída de bola adversária, aproveitou uma falha de Mohanad Lasheen, recuperou a posse e finalizou rasteiro, colocando o Brasil em vantagem logo no começo da partida. Contudo, o Egito não demorou a reagir. Com apenas dois minutos, Zico recebeu a bola livre após erro de Marquinhos, driblou o goleiro Alisson Becker e empatou o jogo, mostrando a instabilidade defensiva brasileira.

Pressão ofensiva e ajustes na defesa brasileira

O amistoso manteve um ritmo acelerado, com ambas as equipes alternando momentos de pressão e erros. Enquanto o Brasil mostrava eficiência no ataque, especialmente na pressão alta, também expôs fragilidades na saída de bola que foram exploradas pelo Egito. A equipe africana aproveitou a oportunidade para equilibrar o placar e desafiar a defesa brasileira.

No segundo tempo, a equipe comandada por Casemiro precisou ajustar a transição defensiva para segurar a vantagem. Matheus Cunha e Douglas Santos destacaram-se ao pressionar o adversário no campo ofensivo, o que facilitou a recuperação da posse. Raphinha avançou pela esquerda, executou uma jogada eficiente e cruzou rasteiro para Endrick, que bateu de primeira dentro da área, recolocando o Brasil à frente no placar.

Escalações e mudanças durante o jogo

O Brasil iniciou a partida com Alisson no gol; Wesley na lateral direita, Marquinhos e Ibañez na zaga, e Douglas Santos na lateral esquerda. No meio-campo, Casemiro e Bruno Guimarães atuaram como volantes, enquanto Lucas Paquetá comandou a meia. No ataque, Raphinha, Igor Thiago e Vini Júnior buscaram oportunidades. Aos 15 minutos, Wesley saiu lesionado, dando lugar a Danilo.

Já o Egito iniciou com Shobeir no gol; Hany, Fathy, Yasser e Fatouh na defesa; Lashin e Attia no meio-campo; e Trézéguet, Zico, Hassan e Marmoush no ataque.

Preparação para os próximos compromissos

Este amistoso em solo norte-americano serve como preparação para ambas as seleções em seus futuros desafios. O Brasil, com o desempenho ofensivo de Endrick e a pressão coletiva, mostrou potencial, mas também evidenciou pontos a corrigir na defesa. O equilíbrio do jogo e o gol de empate do Egito reforçam a necessidade de ajustes para manter a consistência.

Com o resultado parcial favorável, a seleção brasileira deve focar em manter a intensidade e segurança na saída de bola para consolidar a vantagem e seguir forte no amistoso realizado em Cleveland.

]]>
https://diretodorecife.com.br/endrick-marca-segundo-gol-brasil-egito-amistoso-2024/feed/ 0